Caro leitor, nesta reflexão gostava de iniciar com uma pequena pergunta, se as ideias fazem os filósofos, o que é que me faz a mim? Sou feito de que? Para que?
Desde algum tempo que tenho pensado nesta pergunta a qual ainda não obtive resposta, porque é como uma espada de dois gumes, por um lado é “impossível” e por outro ambígua.
Por agora, gostava de falar um pouco sobre a fenomenologia. A fenomenologia para mima agora é uma chave essencial para o relacionamento com o exterior. Se formos a observar as grandes pessoas, (Jesus Cristo, Buda, Gandhi, etc.), utilizavam a fenomenologia.
A fenomenologia é essencial para a sua formação, para os seus discursos e para a sua vida. A filosofia não existe, existe a natureza e o olhar de lince com a fenomenologia.
O meu olhar é como um girassol que quer mais sol, mais conhecimento e mais água de sabedoria. Um dia gostava de seguir filosofia, mas acho que é impossível pois não tenho potencial para exercer essa responsabilidade.
A filosofia para mim é como uma caixa de bombons nunca sabemos o que nos vai calhar; Podemos ler, correr, estudar; mas se não fizermos silêncio, se não reflectirmos e escutamos a nossa alma, não sabemos então o que é a filosofia.
A filosofia é uma arte, uma arte de pensar e de ajudar as pessoas a debater os problemas da actualidade, usando valores, solidariedade, liberdade e a ética.
Os problemas da actualidade estão relacionados com a ética, ou melhor, a falta dela. Os políticos e os ministros, não deviam fazer política suja, nem ter a ganância de poder. Devem-se reunir entre si e debater o melhor para a governação.
Não façamos da filosofia de uma política inútil, mas para agir contra os sufrágios da actualidade. A filosofia pura e crua é bela como uma esfera de cristal que reflecte o pensamento Humano.
Assim me despeço com um pensamento de Goethe, “A solidão é bela quando estamos em paz connosco mesmos e quando assumimos uma tarefa definida.”
Ass: João Matias
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